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Postado em 29 de Janeiro de 2018 às 11h17

Avicultura em perspectiva evolutiva

Mercado (38)
  • Mercoagro – Edição 2018 -

A avicultura brasileira ocupa atualmente a posição de terceiro maior produtor mundial de
carne de frango, atrás apenas de Estados Unidos e China, e a primeira posição entre os
exportadores. Em 2014, o país produziu 12,691 milhões de toneladas de frango, com embarques de 4,1 milhões de toneladas, considerando aqui frango inteiro, cortes, industrializados, carnes salgadas e enchidos de carne. A receita cambial com as exportações atingiram R$ 19 bilhões (US$ 8,08 bilhões), segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Os resultados refletem a trajetória de sucesso da produção avícola no Brasil, cujo avanço
se deu principalmente a partir dos anos 1960-70. No mundo, a avicultura evoluiu
significativamente no pós-guerra, se tornando uma das três principais proteínas de origem animal ao lado da carne suína e bovina. Com um curto ciclo produtivo e investimentos em genética, nutrição, sanidade e manejos, a atividade conseguiu o desenvolvimento de aves com alta eficiência em produção de carne.
Em 1971 um frango pesava 1,8 kg atingidos por volta dos 56 dias de idade, com conversão
alimentar de 2,5 kg. Ou seja, dois quilos e meio de ração resultavam em um quilo de carne. Hoje, a mesma linhagem melhorada produz 1,7 kg aos 28 dias. Atinge o mesmo peso em metade do tempo necessário na década de 1970. A atual conversão alimentar pode atingir índices de 1,5 kg; um quilo e meio de ração para um quilo de carne.
É uma trajetória evolutiva muito grande, principalmente se pensarmos que em seu início a
seleção das aves primava basicamente pelas características fenotípicas. Só posteriormente se buscou o desenvolvimento de características de interesse econômico, o que resultou na avicultura que temos hoje no Brasil e no mundo.

Fonte: Avicultura Industrial

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