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Postado em 16 de Outubro de 2015 às 10h38

Faesc destaca esforço na abertura de novos mercados para o agronegócio

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MercoAgro - Edição 2016 A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) elogiou a ação de defesa do setor primário e de abertura de mercados para a agropecuária...

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) elogiou a ação de defesa do setor primário e de abertura de mercados para a agropecuária catarinense que a ministra Kátia Abreu, da Agricultura, vem desenvolvendo desde que assumiu a pasta.

O presidente da Faesc José Zeferino Pedrozo destacou, entre outras ações, o mapeamento dos riscos à agropecuária, diagnóstico que permite identificar carências e oportunidades com objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento de programas e políticas públicas. O mapeamento foi desenvolvido pelo MAPA em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Banco Mundial. O trabalho envolveu cerca de 5 mil representantes da agropecuária, entre os quais mais de 100 especialistas.

O dirigente mencionou que, de acordo com o estudo, o País tem prejuízo anual de cerca de 11 bilhões de reais devido à ocorrência de riscos extremos. Esse valor, porém, pode ser reduzido com a adoção de medidas para enfrentar situações críticas.

Esse trabalho focalizou as áreas de produção, mercado e ambiente de negócios e seus respectivos impactos econômicos “dentro da porteira”. Esses três eixos foram subdivididos em oito tópicos temáticos: eventos climáticos extremos e incêndios; sanidade animal; sanidade vegetal; gestão da produção e dos recursos naturais; crédito e comercialização; comércio internacional; logística e infraestrutura; e grupos de interesse, marco regulatório, políticas e instituições.

O estudo – que teve o apoio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e outras instituições – é importante porque o Brasil é um dos principais produtores mundiais de alimentos e precisa gerir melhor as situações de riscos extremos o que resultará na elaboração de um plano nacional de gestão de riscos agropecuários.

NOVOS MERCADOS
Outra ação do MAPA destacado por Pedrozo é a negociação com 14 mercados internacionais para ampliar as exportações do agronegócio brasileiro. No conjunto, esses mercados tem capacidade de 1 bilhão 195 milhões de dólares ao ano. Entre esses mercados está a China que, pela primeira vez, abrirá seu mercado aos produtos lácteos brasileiros.

“Abrir mercados é papel do Governo, fechar efetivamente negócio é papel das empresas”, assinalou, lembrando que a cooperação entre setores público e privado é essencial para o avanço do Brasil no mercado mundial.

Entre as negociações está a venda de carne bovina termoprocessada ao Japão. O produto foi objeto de negociação durante a visita oficial da ministra Kátia Abreu a Tóquio, em julho, e representa potencial de US$ 18,7 milhões ao ano.

O Brasil ainda tem potencial para exportar carne bovina in natura para o Canadá (US$190 mi) e para o México (US$ 165 mi), carne suína à Coreia do Sul (US$ 107 mi) e de carne bovina in natura à Arábia Saudita (US$ 73 milhões ao ano).

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